28 de março de 2009

Quem...

Quem és tu que não conheço mais? Quem és tu que olha pra trás esperando que a vida volte a ser o que não é mais? Quem és tu que a tanto tempo te calou esperando que o silêncio te trouxesse paz? Quem tu és para dizer tanto através de inaudíveis sons? Que te expressa tão bem ao soar consecutivos tons.

Não sabes calar-te, nem o espera que seja. Não sabes forçar-te, nem que assim o desejas. Não te cabes decidir quem tu és, mas sim conhecer aonde andam os teus pés. Não te fales mal a ti mesmo, e saibas que não estás a esmo.

Mostra-te, sejas tu quem és, porque isso é o que te fará feliz, isto ao teu ser condiz. Não desejes a tristeza dos outros, invejando sacrificados louros. Crie a ti para ti, pois tu és diferente dos que te rodeiam, tua essência brilha em meio aos dos que te sombreiam.

Tu és quem tu és, não te envergonhes disso.

24 de janeiro de 2009

Carta de Despedida ao Verão

Querido Verão,

Antes de mais nada, gostaria de te agradecer. Obrigado pelo teu calor. Obrigado pelo teu carinho. Obrigado por me fazer sentir de um jeito que, se não nunca, há muito tempo não tinha me sentido. Principalmente, obrigado por me dar o abraço mais caloroso que um dia pude querer.

Desculpe-me se me portei de maneira errada, sei que faço isso com frequência. Mas saiba que se o fui não tive a intenção de ser. Apenas quis aproveitar ao máximo o meu tempo contigo. Espero que entendas isso como eu acho que já entendeste.

Sei que partirás logo. Não sei como será quando não estiveres aqui, não sei como será quando voltares. Apenas queria, antes que estejas tão longe para poderes ouvir, expressar o quanto foi valioso os momentos que me proporcionaste.

Um grande abraço,
Ray

3 de janeiro de 2009

Mudanças...

Me perguntaram porque o blog tá branco agora. E a resposta é a seguinte: Eu vou voltar a escrever aqui. Pode soar como promessa de ano novo e tudo mais, mas é meu objetivo.
A nova aparência apenas está para ilustrar uma nova fase do blog, e eu espero que vocês, leitores que ainda têm esse blog no RSS, gostem.

13 de dezembro de 2008

A última vez

Não me lembro mais da última vez que me tocaram daquele jeito. Nem me lembro da última vez que me senti desse jeito, pensei que não conseguisse mais. O tempo me ensinou a evitar riscos, a evitar a dor de algo que realmente não existia, ou existisse mas nunca saberei.