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1 de fevereiro de 2010

São Paulo - Dia 4

São Paulo, 22 de Janeiro de 2010

Acordamos cedo. Fomos até a empresa das minhas anfitriãs - Máquinas Orlandeli - e passamos o dia lá. Nada de mais ocorreu por lá. Basicamente fiquei tocando violão, conversando no MSN, e perguntando sobre a empresa, seus clientes e serviços.

Na hora do almoço, fomos ao restaurante Moshi Moshi, onde tive a oportunidade de, pela primeira vez, comer sushi. Lógico que eu usei hashi (os famosos pauzinhos) apesar de não ser obrigatório. O que gerou algumas risadas durante a refeição. Por falar em risadas, tinha um japinha de uns 8 anos lá, correndo de um lado por outro entre as mesas. Devia estar brincando de Tokusatsu ou coisa assim. Foi engraçado quando ele passou pela gente se escondendo e fazendo barulhos estranhos.

Na volta da empresa, saímos às 16 horas, passamos em um lugar para pegar um Bilhete Único do transporte municipal. Sinceramente não me lembro porque quisemos ele, mas é uma boa lembrança para levar pra casa. Devemos usá-lo durante o resto da minha estadia aqui.

Ao chegar em casa, fiquei jogando Wii.

Fim do quarto dia.

26 de janeiro de 2010

São Paulo - Dia 3

São Paulo, 21 de Janeiro de 2010

Dia meio parado hoje. Passamos a maior parte da manhã jogando video-games e tocando violão.

Minha irmã combinou com uma amiga dela e das meninas de se encontrarem num shopping no final da tarde. Fizemos o mesmo trajeto ao metrô, mas descemos na parada final em Barra Funda. De lá pegamos ônibus até o Shopping Bourbon, onde a Paty nos esperava.

Após horas e horas de conversa, piadas, e tudo mais, saímos do shopping só para perceber que o céu estava caindo. Aliás, choveu todos os dias que eu estou aqui em São Paulo. Bom, sem ter condições meteorológicas de se pegar um ônibus, fomos de táxi para a estação de metrô, o que saiu até mais barato já que foi uma viagem bem curta.

Chegando na estação Bresser-Mooca, Tia Regina, nossa "mãe" anfitriã aqui, estava nos esperando com guarda-chuvas e nos levou pra casa. Desmaiei na cama.

Fim do terceiro dia.

São Paulo - Dia 2

São Paulo, 20 de Janeiro de 2010

Começamos o dia com o que nós tínhamos programado. Eu, minha irmã e as amigas dela acordamos tarde e seguimos pelo caminho que nós tínhamos escolhido na noite anterior (e imprimimos para não haver dúvidas)

Seguimos de ônibus para a estação do metrô mais próxima de onde estamos hospedados, Bresser-Mooca,e descemos na estação República. De lá, seguimos a pé até a tão falada "Galeria do Rock". Achei muito legal essa galeria de lojas, lá tem de tudo o que se pode imaginar para as "tribos urbanas". Camisas, tênis, tatuagens, acessórios e tudo mais. Comprei uma camisa do StarWars com um desenho do Mestre Yoda. Ia comprar outra, mas como estávamos seguindo para a Santa Efigênia, resolvi segurar um pouco do dinheiro que tinha na hora.

Saindo da Galeria do Rock, lanchamos em uma lanchonete que encontramos no caminho. Também conheci o famoso cruzamento da Av. Ipiranga com a Av. São João, duas vezes já que ao chegar na Santa Efigênia lembrei que esqueci a camisa do Yoda na lanchonete e tive que voltar metade do caminho. Mas enfim chegamos na "Meca dos Geeks no Brasil", a Rua Santa Efigênia.

Minhas anfitriãs me contaram que estavam com o objetivo de comprar uma câmera fotográfica. Como eu não tinha muito idéia se compraria alguma coisa, ou o quê, resolvi acompanhar elas. No caminho entrei em lojas de instrumentos musicais muito boas, galerias de eletrônicos contrabandeados, e outros. Comprei um fone de ouvido para a minha irmã e jogos de Wii, tanto para mim quanto para as meninas.

Após algumas aventuras para conseguir os tais jogos de Wii, como subir uma escada suja até o quarto andar e virar num corredor secreto, descemos a rua em direção à estação de metrô São Bento e seguimos para casa. Passei o resto do dia testando os jogos, para ver se tinha algum erro, enquanto as meninas brincavam com a câmera e conversavam no MSN.

Fim do Segundo Dia

PS: Para os nerds curiosos, os jogos que comprei para mim foram Tatsunoko vs. CAPCOM e Tomb Raider: Underworld.

21 de janeiro de 2010

São Paulo - Dia 1

São Paulo, 19 de Dezembro de 2010

Uma das coisas interessantes de se viajar são os dias que antecedem a viagem. A Lei de Murphy se mostra com sua força total nessas ocasiões. Por exemplo, com 3 dias para a viagem, eu leio no meu e-mail que o meu professor quer me dar uma bolsa de pesquisa mas quer que eu comece de imediato. Lógico que eu consegui conversar, mas que deu uma boa correria desnecessária.

A viagem de avião se passou sem muitos solavancos, em ambos os sentidos. Exceto pelo fato que eu tive a péssima idéia de não fazer o check-in via internet, o que me deixou na última fileira do avião em um dos vôos, sem a possibilidade de abaixar o encosto pra dormir.

Por falar em vôos, o que eu gosto de fazer conexões é que você tem a oportunidade de conhecer aeroportos de lugares que normalmente você não conheceria. Na minha última viagem para o Rio eu passei algumas horas em Salvador, essa foi a vez de Recife e o aeroporto de lá me surpreendeu pela sua arquitetura.

Chegando em São Paulo, fui para a casa da amiga da minha irmã que está nos hospedando, pessoas muito simpáticas. Até que nós tentamos sair para algum lugar, mas meu relógio biológico ainda estava muito desregulado da viagem pela madrugada. Resultado: passei o dia cochilando.

Amanhã acho que visitarei a avenida St. Efigênia, a meca dos eletrônicos no Brasil, e a galeria do Rock, que eu não faço a mínima idéia do que seja, apenas disseram que eu gostaria de lá.

Fim do primeiro dia.

20 de janeiro de 2006

Recife

  • 1º Dia

Acordar às 4:00 5:00 horas da manhã pra esperar um ônibus que estrasou 2 horas não é muito confortável. Principalmente quando eu vou passar mais de 4 horas na estrada e com guia 'alegre' falando coisas como 'eu sou uma Barbie' no microfone. Se nós ignorarmos a brincadeira de mímica, até que a viagem não foi tão ruim.

Quando minha mãe me disse que nós ficariamos num hotel na praia de Boa Viagem, eu sinceramente achei que ele seria melhor. O hotel num é ruim, ele só meio velho, é do tempo que as camareiras deixavam (e ainda deixam) dois copos na pia do banheiro. Sem direito a salão de jogos, e com a internet mais cara que meu fígado (10min = R$3,00), passei o primeiro dia em Recife assistindo Chapa Côco, comendo cereal e achocolatado (ambos da marca NESCAU® Energia que dá força) e cochilando.

  • 2º Dia

O dia de hoje foi mais proveitoso que ontem. Experimentei a piscina do hotel que tinha um tobogã tão grande que eu me assustei. Quase alcançava os 2 metros de comprimento!!! O bom era que tinha um bar próximo à piscina que facilitou o meu almoço, já que minha mãe tinha ido ao congresso que objetivava essa viagem.

Quando eu voltei ao quarto percebi que a camareira tinha passado por lá. Ainda bem pois estava um chiqueiro. Principalmente depois de eu ter comido aqueles pães que minha mãe comprou, com a pior qualidade que ela achou, pra me alimentar durante a minha estadia no expensivo hotel. Terminei o bendito Nescau® que eu deixei pela metade ontem, assisti alguns clipes muito bons na MTV, depois cochilei até ser súbitamente acordado pelo interfone do quarto. Era minha mãe que havia chegado e queria jantar.

Mesmo sem fome, mas com vontade de comer e/ou sair dakele quarto, desci e fomos a um boteco próximo, cujo nome não vou revelar para evitar constrangimentos futuros. Pedimos uma Carne de Sol com uma poção de batatas fritas. Quando a comida chegou tamanha foi a minha ira quando vi a heresia: não tinha farofa. Isso é um absurdo! Como eu posso me deliciar com uma boa carne sem farofa?! Depois dessa só me restou subir e esperar o término do meu segundo dia nessa cidade que não gosta de mim.

  • 3º Dia

Eu já falei que detestei aquele hotel? Pois aqui vai mais um motivo: croissant de presunto. Sim, um pequeno croissant destruiu toda a alegria desse dia sagrado que é o domingo.

Para quem não sabe, croissant é aquele salgado originário da França que é muito bem cotado ao redor do mundo e no meu estômago também. Tanto que peguei uns três pra comer no café-da-manhã de cortesia do hotel, mas não sabia seus recheios. Quando eu dei a primeira mordida, percebi que o presunto do primeiro croissant estava estragado. Deixei de lado e comi os outros dois que eram recheados com queijo, mas a desgraça já estava feita.

Depois de mais um tempo na piscina, fizemos o check-out e ficamos esperando o nosso 'saltitante' guia nos levar no shopping próximo ao lugar onde o congresso de minha mãe estava acontecendo. Antes disso acontecer eu me senti mal e tive que correr ao banheiro vomitar e 'evacuar'. Era o começo de minha tarde negra.

Achando que estava melhor, levei nossas malas ao ônibus e sentei na minha poltrona. Nessa altura eu estava morrendo de frio. Chegando no Shopping, desci do ônibus e tudo na minha mente girou, foi quando percebi que tava mal. Me levaram na enfermaria do shoppis e constataram que minha pressão estava a 9 por 6, o que é baixíssimo. Chamaram um táxi (sim, não tiveram nem coragem de me colocar numa ambulância) e me mandaram pra algum hospital. Na segunda tentativa, e após algumas gofadas dentro do carro do pobre taxista, chegamos a um hospital que aceitasse meu plano de saúde (o próprio hospital da Unimed) onde após uma rápida conversa com o Dr. tomei 2 soros e saí de lá bem melhor.

Mais tarde ainda vomitei mais algumas vezes (é nessas horas que eu me assusto com a capacidade do meu estômago) mas melhorei depois que minha mãe me empurrou uns 3 comprimidos enquanto estávamos no ônibus de volta para a minha querida cidade Natal.