26 de maio de 2007

Piratas e toalhas...

Pena não ter um dia como esses o ano todo.

Pra começar, à meia-noite eu já estava no cinema assistindo a obra-prima cinematográfico que é Piratas do Caribe 3. Sério mesmo. Cenas que te fazem rir muito, na medida certa com cenas que te prendem a atenção e o fôlego por minutos. O filme é tão bom que merece todo esse parágrafo para que eu fale que foi muito bem produzido, atuado, filmado, e escrito. Quase não consegui dormir depois da sessão pensando no filme.

E por falar em bem escrito. Hoje foi um dia de homenagem ao hilário escritor inglês Douglas Noel Adams - conhecido como DNA, né legal? -, sua obra mais conhecida é O Guia dos Mochileiros das Galáxias. Fiquei sabendo dessa homenagem através de Breno Burrego no Fórum N-Planet a alguns dias atrás. A homenagem, chamada Dia da Toalha, consiste em passar o dia com uma toalha em sua posse, imitando o personagem Ford Perfect do Guia.

E eu passei o dia no shopping com a minha toalha verde-limão!!! Por que eu nunca pensei nisso??? Foi bastante proveitoso. Só não gostei porque só tinha eu e meu amigo de aventuras, André, todos os outros esqueceram a toalha. Malditos. Mas próximo ano não tem desculpa. Vai virar tradição entre os Nerds da cidade de Natal!

Agora eu to com sono. Vou dormir.

18 de maio de 2007

Tu e minha poesia...

Como eu gostaria de te conhecer. Saber quem e como tu és, para poder assim escrever um lindo poema sobre e para ti. Mas talvez não gostarás do que eu escreva, talvez não tenha a qualidade que eu gostaria de dedicar a ti.

Leio os meus textos antigos, quanta beleza eu já conseguir trazer para o papel, quanta beleza eu consegui escrever em minha mente, e quem sabe o quanto eu deixei onde está agora para que ninguém veja. Egoísmo? Não. Carinho e proteção. No quero que acabes rasgando o papel no qual eu, como o dever de todo poeta, derramei o meu coração. Obras que com tanto afeto se formaram que não podem simplesmente desaparecer.

Pelo contrário. Estão guardadas onde podem ser esquecidas. Não estão cumprindo o dever delas, infelizmente, mas têm o fim que merecem. Aos poucos elas somem. Podem dizer que elas estão se acabando e deteriorando. Eu digo que elas estão do mesmo jeito que eu a deixei. Conservadas onde somente Deus pode apreciá-las e somente Ele pode, aos poucos, levá-las para Ele, e Ele o faz.

Queria te conhecer. Queria poder escrever para ti como um dia escrevi para outrem.


Ray ainda procura.
E espera que o procurem.

11 de maio de 2007

Semana(s) Produtiva(s)...

Antes de mais nada, quero me desculpar por não ter escrito nada semana passada. Aliás, sei nem o porquê de eu estar fazendo isso, uma vez que eu não devo satisfação a nenhum de vocês, meia-dúzia de pseudo-leitores desse blog. E mais, semana passada eu estava muito bem, obrigado.

No último final de semana, ocorreu aqui em Natal o Festival MADA, o principal festival de música por essas bandas (trocadilho feio), que dura 3 dias, dos quais eu só compareci a um para assistir ao show da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Digo sem medo que foi o segundo melhor show da minha vida, perdendo apenas para o da Walmondes. Dancei tanto que o fresco do meu joelho está inchado até agora. E já que a banda é era pouco conhecida aqui na cidade, consegui tirar uma foto com o vocalista, que andava despreocupadamente pela platéia antes do show.

O resto dessas duas semanas foi, digamos, interessante. Ocorreu a segunda bateria de provas da faculdade. Houve também uma frustrada tentativa de ir ao cinema assistir ao filme Emo-Aranha Homem-Aranha 3, mas que me deu a oportunidade de conhecer gente nova. Hoje mesmo teve uma reunião da Walmondes (fãs, esperem por músicas novas o/). E por ae vai.

Não estou com saco de escrever um daqueles textos bonitos que vocês, meia-dúzia de pseudo-leitores, estão mal-acostumados. Talvez semana que vem, se a próxima semana for mais produtiva ainda ou menos cansativa.


Ray realizou um dos seus pequenos sonhos essa semana.
Ray teve um pesadelo hoje.

27 de abril de 2007

Novas Divagações...

Mais uma vez volta a escrever. Perdera a vontade e o jeito para isso, talvez pela longa abstinência que, forçadamente, submeteu-se.

Triste? Sem dúvidas. Mas não demonstrava para as pessoas ao redor o quanto sofria por não ter produzido mais nenhum texto decente. Dessa vez não foi diferente. Também não podia culpar-se, não tinha inspiração nem tempo livre. A faculdade o sugava todas as energias.

Ergue a cabeça e observa seus colegas e amigos resolvendo exercícios enquanto para ele o tempo não pára. Não tenta mais se encaixar a detalhes como tempo e espaço. Sua única preocupação agora é escrever.

Mais uma vez volta a escrever. Triste. Por não conseguir se encaixar.


Ray está triste?
Que piada!